quarta-feira, 22 de junho de 2016

UM LIVRO - HISTÓRIAS ROCAMBOLESCAS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL, de JOÃO FERREIRA


Editor - A Esfera dos Livros
Ano da 3.ª edição - 2010
Autor do prefácio - Ferreira Fernandes
Leitura - Junho 2016
Nota - Muito informativo. Excelente para consulta e referência. Não se mete em polémicas, embora procure dar um cunho de originalidade e irreverência.
Propriedade - Jorge Lázaro

sábado, 24 de outubro de 2015

Um livro que eu li - RAVELSTEIN, de SAUL BELLOW

Saul Bellow (1915 - 2005)



Li-o em Julho de 2015, na edição da Viking, que, salvo erro, pertence à Penguin. A primeira publicação do livro é de 2000.

Um livro que eu li - HENDERSON, O REI DA CHUVA, de SAUL BELLOW

Saul Bellow, 1915 - 2005


Li-o em Junho passado, na tradução de Sofia Gomes, revista por Maria Cruz. A edição é da Texto Editores, de 2006. 

Título original: Henderson, The Rain King. A publicação original terá sido em 1958 ou 1959.


sábado, 25 de julho de 2015

Um Livro que eu Li - História da literatura americana - de Luís Eugénio Ferreira

1927 - 2015


Li este livro no mês de Julho corrente, com grande interesse. O autor faleceu recentemente em Santarém, onde vivia e foi professor. O livro foi publicado em 1960 pela Arcádia. Encontrei-o na Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira, onde estava no Depósito. Deverá ser integrado na secção de História de Literatura. 

Um livro que eu li - Problemas Fundamentais da Teoria Literária, de Werner Krauss

1900 - 1976

Título original:


  • Grundprobleme der Literaturwissenschaft. Rowohlt, Reinbek 1968

Li, em Junho de 2015, a versão portuguesa, da editorial Caminho. A tradução é de Manuela Ribeiro Sanches, e a edição data de 1989. 

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

LUSÍADAS, CANTO III, ESTROFE VI.







Entre a Zona que o Cancro senhoreia,
Meta Setentrional do Sol luzente,
E aquela que por fria se arreceia
Tanto, como a do meio por ardente,
Jaz a soberba Europa, a quem rodeia,
Pela parte do Arcturo e do Ocidente,
Com suas salsas ondas o Oceano,
E, pela Austral, o Mar Mediterrano.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Juicio moral de los cometas, de Francisco Quevedo

Francisco Gómez de Quevedo y Santibañez Villegas
1580 - 1645

Ningún cometa es culpado
ni hay signo de mala ley,
pues para morir penado,
la envidia basta al privado
y el cuidado sobra al rey.

De las cosas inferiores
siempre poco caso hicieron
los celestes resplandores;
y mueren porque nacieron
todos los emperadores.

Sin prodigios ni planetas
he visto muchos desastres,
y, sin estrellas, profetas:
mueren reyes sin cometas,
y mueren con ellas sastres.

De tierra se creen extraños
los príncipes deste suelo,
sin mirar que los más años
aborta también el cielo
cometas por los picaños.

El cometa que más brava
muestra crinada cabeza, 
rey, para tu vida esclava,
es la desorden que empieza
el mal que el médico acaba.

Fui buscar este poema de Quevedo a uma antologia poética da Alianza Editorial, 1985, Madrid. Prólogo e selecção de Jorge Luis Borges.

domingo, 16 de setembro de 2012